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Polícia Civil pede prisão de procurador que agrediu colega em SP

Publicada em 22/06/22 às 18:42h - 140 visualizações

por TV Jundiai Hoje


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 (Foto: TV Jundiai Hoje)
Demétrius de Oliveira Macedo agrediu a socos a colega de trabalho Gabriela Samadello Monteiro de Barros dentro da prefeitura de Registro

A Polícia Civil de São Paulo pediu a prisão do procurador Demétrius de Oliveira de Macedo que agrediu a socos a colega de trabalho Gabriela Samadello Monteiro de Barros. A agressão brutal  aconteceu dentro da prefeitura de Registro, cidade do interior de São Paulo, onde os dois trabalham.

A informação do pedido de prisão foi divulgada pelo governador do estado de São Paulo, Rodrigo Garcia, que alegou que a 'agressão não ficará impune'. Agora, cabe a Justiça acatar o pedido e realizar a prisão.

Macedo foi ouvido e liberado pela Polícia Civil, apesar de vídeos que circulam mostrando as agressões à colega de trabalho. O delegado responsável pelo caso, Fernando Carvalho Gregório, do 1º Distrito Policial de Registro, justificou liberação por não indentificar a existência do flagrante.

No vídeo que circula nas redes sociais, o procurador aparece dando socos na mulher que já estava no chão. Nas imagens é possível ver que uma segunda funcionária foi empurrada contra a porta ao tentar segurar o homem. Ainda é possível ouvir Macedo xingando a procuradora.

Em seu depoimento, o procurador assumiu as agressões e disse que sofria assédio moral por parte da procuradora-geral Gabriela. Ele foi afastado de suas funções na Prefeitura de Registro e teve o salário congelado. 

'Se ninguém estivesse ali, ele teria me espancado até a morte"
A procuradora-geral Gabriela Samadello Monteiro de Barros revelou detalhes da violência que sofreu. Em entrevista à TV Tribuna, a procuradora disse que "tinha medo" do agressor, mas não imaginava que poderia haver um caso de violência.

"Eu tinha medo, sim. Tinha medo de que fosse acontecer isso, mas não imaginava que fosse ser uma violência física, achava que osse um bate-boca, uma discussão", disse a vítima ainda com o rosto marcado pelas agressões, com um hematoma em seu olho direito. "Eu estava saindo da repartição quando ele veio em direção a mim de forma violenta e me desferiu uma cotovelada. Fui arremessada contra a parede. E ele começou a bater muito em mim, desferir muitos golpes. Socos e pontapés. Chutou muito o meu rosto".

A procuradora disse acreditar, que se os colegas de trabalho não tivessem parado Demétrius, ele a agrediria até a morte. "Acho que é uma coisa muito grave, se as pessoas não estivessem ali para me socorrer, fatalmente não estaria aí para contar essa história, ele teria me espancado até a morte", contou a procuradora.




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